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Sobre mim
Eu sou rápido, dinâmico, empreendedor e gosto de liderar, podendo às vezes ser insensível mas raramente guardo rancor. É um signo de fogo e seu regente é Marte. Se apaixono rapidamente mas também logo esqueço.
Tenho um bom cérebro mas gosto de agir primeiro e pensar depois. Minha mente nunca está em repouso, anda sempre cheia de ideias para experimentar. Posso parecer egoísta, interessado apenas em seus negócios, mas é desatenção porque sou uma pessoa que faz sacrifícios pelos outros quando percebo que precisam de ajuda.
Impaciente e teimoso, não admito derrota. Não gosto que fiquem dependentes de mi ou que me solicitem demais, tendo dificuldade em terminar o que começo se não for estimulado.
Meu voo é cego. Pilotado pelo poder da minha vontade. Este é o meu milagre, e sou uma testemunha arrebatada: eu acredito. Instantemente, alegremente, obstinadamente, cegamente, eu creio. E por minha crença, sou capaz de matar e morrer. Nasci empunhando uma espada e só me sinto confortável quando aspiro o cheiro dos louros da vitória, embora não me prenda a eles. Não sou de saborear. Minha avidez me compele a engolir. Sou viciado no calor da batalha e só me sinto vivo quando vislumbro um desafio. Minha testa é dura, minha armadura é brilhante e minha gargalhada arrefece os sustos da mesma forma que a primavera vem derreter o gelo e transformar os cinzentos do Inverno com o verde-esperança dos brotos na terra, que sinalizam um novo começo.
Cheguei! Sou eu, Arnaldo Cadete!
Uma pessoa imponente pode se desmanchar em jovialidade, ameaçar com seus nervos e logo em seguida chorar de arrependimento ou desilusão com uma rapidez surpreendente. Essa gente é capaz de causar estragos com sua destemperança, mas, também quase nunca é por mal. São valentões, mas por trás de toda valentia trás uma inocência quase infantil, que nos impele a perdoar mais cedo do que imaginamos os estouros barulhentos, os comentários impensados (e, muitas vezes, incongruentes) e as atitudes irreflectidas do Carneiro que compra uma briga por um nadinha assim...
Para o Arnaldo, não existe pasmaceira. Existe acção, desejo, querer. Essa capacidade de movimento, de criação, de dar início aos processos é extremamente sedutora. O Arnaldo parece poder tudo. E crê tão veementemente, que é quase impossível não aderir às suas causas, não compartilhar dos seus sonhos, não compactuar com os seus ideais.
Mas nem sempre se sai ileso das campanhas de peleja. Mal piscamos, e aquele defensor de ideais sumiu! Se olharmos em volta, perceberemos que o Carneiro comeu um pedaço da cerca e está empunhando a espada em um outro campo de batalhas, correndo atrás de outro objectivo ou defendendo outro inocente. Ele já está começando tudo de novo...em outra vizinhança. Finalizar, consolidar, manter? Não são esses os talentos do Arnaldo. Nem sua ambição.
Sem essa força, não existe o impulso para a vida. Afinal, é o desejo, o poder da vontade que move o mundo. A mesma energia que pode ser sanguinolenta, destrutiva, irascível e atroz também é aquela que nos faz eternamente jovens, cada vez que surge em nós em qualquer momento de nossas vidas o anseio pela conquista, pelos reinícios, pelo novo ciclo, a entrega desadorada ao desafio da renovação. Não somos capazes de riscar um palito de fósforos para acender a fogueira de nossos sonhos sem a energia marciana do Carneiro. Sem essa força não se faz a luz. Mas sem medida, reflexão e humanidade o Arnaldo pode se transformar numa fera impiedosa, egoísta e caprichosa que deixa para trás, pairando no ar, o que há de mais valioso projectos, causas, pessoas. Ou então, de maneira descuidada, arder demais e transformar tudo em cinzas.
Ali ele está, onde empreendemos novos começos, onde abraçamos novas ideias, onde desembainhamos nossa espada para defender o que nos é caro. Encontramos o Carneiro altivo toda vez que nos empenhamos em abrir caminhos. O Arnaldo nos empresta suas defesas para que sejamos capazes de nos arrojar contra as portas que nos fecham. Encarnamos o Carneiro jovial quando nos encantamos com o despertar, quando temos fome de relva fresca, quando nos entregamos aos encantos da primavera e brincamos com a vida renovada. Entretanto, também encontramos o Arnaldo incinerando possibilidades com a pretensão dos que se iludem com vitórias efémeras e caem na asneira de pensar que sabem tudo para si e para os outros.
Onde está o Arnaldo agora?... Sucumbindo ao querer egoísta ou celebrando a vida e reconstruindo o mundo com a força do desejo? Sacuda a cabeça, dê um brilho nos chifres, e olhe-se pelo espelho bem nos olhos. O ciclo sempre recomeça. Bem-vindo ao mundo. Feliz Ano-Novo.
Condimento: Pó de mostarda e Pimenta vermelha. Ervas: Hortelã, usado como chá facilita a digestão. Metal: Ferro. Animal: Cão. Cristais: Ametista, Diamante e Prata. Árvores: Todos os tipos de arbustos. Flor: Madressilva.
Elemento: fogo Planeta regente: Marte (Deus da guerra na mitologia grega) Princípio: activo Parte do corpo: cabeça Frase: "É óbvio que eu sei por que estou batendo a cabeça!" Cor: Verde E vermelho Pedra: Diamante É rápido, dinâmico, empreendedor e gosta de liderar, podendo às vezes ser insensível mas raramente guarda rancor. É um signo de fogo e seu regente é Marte. Se apaixona rapidamente mas também logo esquece.
Música Favorita
So whath
Forever
Disturbia
American boy
Same girl
E todas as musicas dos Kalibrados.
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Perigo no oceano
A Ilha
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Tróia
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-MAIS VALE TER UM CÃO AMIGO DOQUE UM AMIGO CÃO
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